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Rádio online: inovação e tecnologia trazem novos tempos para o mercado

Quase 100 anos e o favoritismo entre os ouvintes
Você sabia que “o rádio” ou a nova tendência “rádio online” é um dos meios de comunicação favoritos pelo público? Tanto para entretenimento e informação. É assim o que aponta uma recente pesquisa da Opinion Box.

Foram entrevistados 1.112 pessoas de todos os estados brasileiros entre homens e mulheres. Segundo a pesquisa, 76,4% considera o rádio, emissora física, como um ótimo meio para escutar música. Enquanto 73,7% preferem ouvir pelas plataformas de vídeo, como o Youtube. Já 60,1% opta pelos CD’s e àqueles que ainda não abandonaram o velho e bom vinil, cerca de 8,2% segundo a pesquisa.
Outros dados ainda mostram que entre os usuários 78,8% preferem ouvir música em casa. Enquanto 33,6% escolhem o melhor lugar enquanto estão no trânsito e já 28,8% preferem a academia como o lugar ideal, seguido daqueles que optam durante os estudos e as festas.

A pesquisa ainda abordou um segmento interessante que é o mercado de streaming para rádio. Mesmo recente, nem três décadas de existência desde a chegada da internet, o streaming já tem ganhado a preferência do público e a tendência é só crescer. Portanto, você dono de emissora de rádio e até mesmo radialista, fique atento a essa oportunidade.

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Ainda segundo a pesquisa, 56,6% afirmaram já estar familiarizados com a nova tecnologia. Como resultado desses, 40,9% utilizam a plataforma todos os dias. Enquanto 40,6% utilizam o serviço pelo menos uma vez por semana.

Streaming: o fim da pirataria
A pesquisa ainda mostrou que a pirataria é 31% menor entre os usuários de streaming sobre aqueles que ainda não utilizam do serviço. (Esta pesquisa foi encomendada por corporações que trabalham com serviços de streaming . Essas empresas compõem o Comitê de Desenvolvimento da Música Digital no Brasil, sendo eles: Deezer, Google Play, Napster, Rdo e Spotify).

Acima de tudo, se você deseja destacar no mercado da radiodifusão, inovar entre os seus concorrentes e ser preferência entre os ouvintes, esse é o primeiro passo: contactar uma plataforma de streaming para sua emissora de rádio online ou web rádio

Você tem a informação, você tem o poder!

Não se desespere, pois seja qual for o porte do seu meio de comunicação, pequeno, médio e grande, “existe espaço para todos.” Não pense que o Spotify é um concorrente invencível ou que a internet é a vilã da história frente aos veículos tradicionais. Não! Se você detém da matéria-prima principal que é a informação, você tem o poder e isso é o ponto principal.

Por muito tempo as empresas de radiofusão e telecomunicações ficaram reféns da burocracia de leis que regem o setor. Mas grandes mudanças apontam para novos tempos.

E a primeira delas é a migração AM-FM, que trouxe muitos benefícios para pequenas emissoras. E como resultado principal à adaptação da outorga de migração das ondas médias para a frequência modulada (FM), foi acabar com os ruídos que resultava no abandono dos ouvintes das emissoras. E também possibilitar maior qualidade no áudio e transmissão, bem como a possibilidade da veiculação em dispositivos móveis.

Menos burocracia e mais informação!
O pedido de migração AM-FM deu início em 2010 e concretizou em 7 de novembro de 2013, “Dia do Radialista”. Quando a presidente em exercício Dilma Rousseff assinou o Decreto nº 8.139/13. Em março do ano seguinte, o então ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, assinou a Portaria nº 127 que regulamentou a migração. E em agosto do mesmo ano foi liberado as primeiras autorizações para a migração do rádio.

Segundo uma divulgação no site da ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), atualmente das 1.781 outorgas de rádio AM, 1.720 já solicitaram o pedido de mudança.

Porém o processo de migração dos serviços ainda não foi finalizado. Por questões normativas técnicas, o processo está ligado ao desligamento do sinal analógico de televisão no Brasil. O prazo final para a digitalização da televisão em todo o país foi estendido até 2023.

Outro passo importante dado para o serviço de comunicação no país foi a assinatura da Lei nº 13.879/2019. O decreto alterou a Lei Geral de Telecomunicações. Sancionada em 4 de outubro de 2019 pelo presidente Jair Bolsonaro, a lei retira a possibilidade de cobrança do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) das emissoras de rádio e televisão.

Rádio comunitária também tem o seu espaço!

Infelizmente uma grande discussão no mercado de telecomunicações ainda se forma frente às rádios comunitárias. Emissoras pertencentes a organizações e associações sem fins lucrativos.

Criada em 1998, as rádios comunitárias devem ter sede na localidade onde prestam o serviço. Sua programação deve ser dirigida inteiramente a favor do desenvolvimento da comunidade que atende. Voltado para temas pluralistas bem como manifestações culturais, arte, sem nenhum tipo de censura e convenção partidária. Com total abertura para que a comunidade manifeste sua opinião e ideias.

Pensando em uma maior liberdade das rádios comunitárias, tramita no Senado Federal o PL 666/2019. De autoria do Senador Weverton (PDT-MA), pede a veiculação de publicidade institucional de interesse social. Bem como também a divulgação de ato da administração pública e o tempo destinado a publicidade que não pode exceder de 10% da programação diária. Entretanto este projeto está no Senado e aguarda o requerimento dos senadores para andamento do processo, sua execução e validade.

Juntamente a ele, um outro projeto aprovado em 2018 pelo Plenário do Senado, aguarda um parecer na Comissão de Ciência e Tecnologia na Câmara dos Deputados. Como resultado este projeto pede o aumento da potência de transmissão de até 150 watts para as rádios comunitárias e a possibilidade de acesso a dois canais específicos em rede nacional de FM.

Porque investir em uma emissora de rádio online em um mercado dominado pelas redes sociais

Por muitos anos o futuro do rádio se viu ameaçado frente a televisão e a internet. Mas como diria um antigo pensamento. “O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade, o otimista vê oportunidade em cada dificuldade” ( Winston Churchill). Ou seja, seu concorrente só se torna uma ameaça se você não tiver a capacidade e disposição de inovar. Acima de tudo o que faz um negócio se destacar do outro é a criatividade de apostar no DIFERENTE. Que atenda as necessidades do seu público e que crie um bom relacionamento com ele.

Rádio online: pesquisas confirmam o favoritismo
Como citado acima, o rádio tem se destacado frente aos outros meios de comunicação. O relatório, “Rádio, credibilidade, resultado e união nacional” produzido pela ABERT e divulgado em 25 de setembro deste ano, confirma o favoritismo. Relaciono agora quais foram os pontos principais:

O rádio é um dos meios mais consumidos, sendo que 92% dos adultos conectados escutam rádio offline.
64% das pessoas acreditam na credibilidade e confiança das notícias consumidas pelo rádio do que nos outros meios de comunicação.
O rádio transmite melhor entendimento e compreensão das informações, 52% das pessoas ligam o rádio porque querem se informar
Segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação, o Brasil possui 10, 5 mil emissoras de rádio, quase da metade são comerciais.
O rádio foi o primeiro meio eletrônico segmentado no mundo. No Brasil,cada ouvinte passa cerca de 4h30 por dia escutando rádio.
20% dos entrevistados escutam rádio através dos dispositivos móveis como o celular, através das rádios online.
O patamar de alcance do rádio no Brasil é semelhante ao dos maiores mercados no mundo.
Cresce o consumo de rádio online através do Smartphone.
O rádio fortalece as outras mídias se utilizado de forma combinada. No caso da revista, o rádio atinge quase três vezes mais do que um investimento único na revista.
Streaming: rádio online
E a partir de dados e confirmações você observou que o mercado radiofônico enganou a muitos que imaginava ser o seu fim. Com a expansão da internet, possibilidades do vídeo foram incorporadas ao rádio, como: transmissão ao vivo dos estúdio, a inimaginável aparência por trás da voz do locutor, além da interação simultânea dos ouvintes pelas redes sociais, graças a plataforma de streaming.

O Streaming é como se fosse um riacho. Um fluxo de dados e processos contínuos pela web através de um servidor sem esperar pelos demorados downloads. E um exemplo de emissoras de rádio que tem adquirido ao novo processo tecnológico é o Grupo Jovem Pan.

Apostaram e deram super certo 🙂
A rádio Jovem Pan News ou Pan FM, é uma rádio comercial brasileira. São programações voltada ao jornalismo, entretenimento e transmissões esportivas. Em junho de 2017, a rede possuía cerca de 100 emissoras próprias e afiliadas. Uma das programações da emissora com transmissão ao vivo através da plataforma de Streaming é o “Jornal da Manhã”, com mais de mil visualizações por dia.

Já um outro exemplo é a Rádio Transamérica de São Paulo. A rádio paulista apresenta ao vivo direto do seu estúdio. Já um outro modelo de emissora regional de adesão ao novo sistema plataforma online é o Grupo MPA de Comunicação, com sede em Divinópolis-MG.

O grupo possui diversos meios de comunicação. Sendo: uma emissora de TV, um Portal de Notícias e três emissoras de rádio voltado para públicos diversos: 94 fm, Nova Sertaneja (95,3) e Minas FM (104,1). Todas transmitem ao vivo dos seus estúdios, aumentando a audiência dos seus seus programas e o engajamento com os ouvintes.

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Com recursos para áudio, vídeo, on demand, transmissões, redes sociais simultâneas e estatísticas para acompanhar o engajamento dos ouvintes.

Fonte :jmvstream.com

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